Nisto são manifestos os filhos de Deus e os filhos do diabo: todo aquele que não pratica justiça não procede de Deus, nem aquele que não ama seu irmão. Primeira carta de João 3:10Todos os brasileiros que estavam assistindo o noticiário na TV viram estarrecidos o brutal e covarde massacre do metalúrgico Fabiano que aconteceu na porta de uma boate em Sorocaba sob o olhar complacente dos "seguranças" daquele estabelecimento.
Brutal porque Fabiano foi abatido sem dó e nem piedade. Pisado como se pisa em uma barata. Até mesmo para fazer uma cena de esmagamento de uma barata num filme tem-se que garantir que as verdadeiras baratas foram poupadas. Mas Fabiano foi chutado repetidas vezes e, quando já estava desacordado e indefeso agonizando no chão, seus algozes pularam com os dois pés sobre seu tórax e várias vezes sobre sua cabeça! Indescritível barbarismo!
Covarde porque seus agressores, como hienas em bando (se bem que as hienas matam para se alimentar), o atacaram simultaneamente de todos os lados impossibilitando qualquer reação de defesa. Um a um e duvido que eles tivessem coragem de atacar o cidadão brasileiro com domícilio e profissão certa como fizeram. São facínoras a solta para o mal da sociedade. São inimigos do bem. Criminosos que deveriam estar trancafiados, para o bem da sociedade ordeira e trabalhadora.
Senhores legisladores, senhores responsáveis pela manutenção da ordem nessa nossa sociedade tão sofrida, como é que um bando desses está livre para linchar qualquer um que encontre pela frente?
Senhor Presidente, não é possível que Vossa Excelência deixe o governo sem antes promover uma reforma no sistema prisional desse país. É preciso que marginais desse quilate, já que não temos a pena máxima em vigor, sejam recuperados ou apodreçam na prisão. Por isso, chega do povo pagar estadia para vagabundos dessa espécie. Eles têm que trabalhar para o seu próprio sustento. Chega de prisões que se transformam em pós-graduação do crime. Chega de prisões que se transformam em QG da bandidagem, empresas de seqüestros relâmpagos. Por favor, senhor Presidente, não nos desaponte mais!!!